Funcionários do Museu Paraense de História Natural e Ethnografia, ca. 1907. Sentado, no centro, Emílio Goeldi (fotógrafo não identificado). Museu Paraense Emílio Goeldi / Arquivo / Coleção Fotográfica.

1907 - Ciência na Amazônia

Depois de 13 anos de atividades incessantes em Belém, Emílio Goeldi retirou-se. Doente, retornou à Suíça, onde veio a falecer em 1917, aos 58 anos. Jacques Huber, botânico conterrâneo, o substituiu na direção do Museu Goeldi. Ambos foram responsáveis por uma intensa atividade científica. Nesse período, o Museu foi reestruturado e ganhou o respeito internacional. Foram desenvolvidas pesquisas geográficas, geológicas, climatológicas, agrícolas, faunísticas, florísticas, arqueológicas, etnológicas e museológicas. O papel educacional do Museu foi reforçado com o parque zoobotânico, publicações, conferências e exposições.