O que os zoólogos vão discutir sobre a Amazônia

Agência Museu Goeldi - A riqueza biológica da Amazônia será tema central de vários eventos que compõem a programação oficial do 28º Congresso de Zoologia, que acontecerá de 7 a 11 de fevereiro em Belém (PA). Coordenado pela pesquisadora Ana Prudente, do Museu Paraense Emílio Goeldi, o simpósio “Herpetologia na Amazônia” será no dia 10 de fevereiro, a partir das 14 horas. Na pauta, serpentes e lagartos amazônicos e debate sobre os impactos ambientais na herpetofauna da região.

Durante o Congresso, a Sociedade Brasileira de Ictiologia debaterá sobre a “Diversidade e Biogeografia da Ictiofauna da Ecorregião Aquática Xingu-Tapajós”. O conhecimento atual sobre a diversidade e endemismo de peixes nas bacias dos rios Tapajós e Xingu, nos contextos amazônico e sul-americano, é o principal tema do encontro. Já a Sociedade Brasileira de Plâncton promoverá o simpósio “Biodiversidade Planctônica e Amazônia: uma imensidão a ser explorada”, que reunirá vários pesquisadores e especialistas. Os eventos acontecerão nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro, sempre à tarde. No mesmo período, pela manhã, também será realizado o simpósio “Morcegos e a Raiva na Região Amazônica”, do qual participarão diversos especialistas para discutir os recentes surtos de raiva humana transmitidos por morcegos hematófagos na região Amazônica.

Na tarde do dia 11 de fevereiro também acontecerão dois simpósios que terão como tema central a Amazônia: “Biogeografia e Biodiversidade: o (des)conhecimento da Amazônia”, que debaterá a conservação das áreas de endemismo dessa imensa região; e “Uso de recursos naturais e conservação de mamíferos na Amazônia: de populações tradicionais aos grandes projetos de desenvolvimento”, coordenado pela pesquisadora Ana Cristina Mendes de Oliveira, da Universidade Federal do Pará (UFPA).  Já a “Diversidade e Ecologia da Fauna Estuarina da Amazônia Brasileira” será discutida nos dias 9 e 10 de fevereiro.



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