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"Dinâmicas transfronteiriças Brasil - Guiana (séc. XVIII-XIX)"

publicado: 21/11/2019 13h33, última modificação: 26/11/2019 18h30
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“Dinâmicas transfronteiriças Brasil-Guiana (séculos XVIII-XIX)”

Data: 26 de novembro (3ª-feira) | 15.00 horas

Palestrantes:

Soizic Croguennec (Université de Guyane)

“Fronteras vividas: examinar las dinámicas fronterizas desde abajo” Resumen: A partir de una aproximación epistemológica sobre las sociedades fronterizas en el mundo ibérico, el objetivo de esta comunicación es proponer una reflexión sobre la necesidad de considerar la agencia y las estrategias de los diferentes actores que fabrican la frontera, desde las poblaciones locales hasta el nivel nacional o imperial. A través el caso de las Floridas a finales del siglo XVIII, mostraremos como el enfrentamiento entre varios niveles de actores y agencias contribuye a la fábrica de una sociedad fronteriza dinámica.

Nicola Todorov (Université de Guyane)

“Un modelo para desarrollar el territorio? Brasil y Amazonía vistos desde la Guayana francesa en los siglos XVIII y XIX”

Resumen: En los siglos XVIII y XIX, los administradores, oficiales y científicos franceses estaban preocupados por la situación económica de la Guayana Francesa, su escasez de población y su desarrollo. Propusieron proyectos para el desarrollo del territorio. En sus reflexiones, también evocaron el modelo administrativo portugués de Brasil y la región amazónica. Trataremos de analizar su percepción del vecino brasileño y la función que han reservado para la Amazonía para mejorar el nivel económico de la colonia francesa.

Marília Cunha Imbiriba dos Santos (Universidade de Lisboa)

“Família, nobreza da terra, mobilidade social e a invasão de Caiena em 1809”

Resumo: Durante todo o período colonial as fronteiras do Grão-Pará foram objeto de preocupação da Coroa Portuguesa. Entre o Pará e a Guiana havia um constante movimento de pessoas, ideias, notícias, produtos e gêneros; fronteiras borradas em tênues limites econômicos, coloniais e geopolíticos. Em 1809 ocorre a invasão e ocupação de Caiena por tropas enviadas pela Coroa Portuguesa; onde o governo e a elite da Capitania do Grão-Pará tiveram participação decisiva. Esta comunicação tem por objetivo demonstrar como os grupos e famílias de elite participaram ativamente da ocupação de Caiena e como que, posteriormente, esse feito foi recorrentemente lembrado nos pedidos de mercês, patentes militares, hábitos de ordens e justificações de serviços e de nobreza; contribuindo na mobilidade social de grupos da elite do Grão-Pará colonial.

 

Local: Sala 1, Coordenação de Ciências Humanas | Campus de Pesquisa do Museu Goeldi (Av. Perimetral, 1901, Terra Firme – Belém/PA).