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Sítio-escola de Arqueologia é realizado na Floresta de Caxiuanã, no Marajó

Sítios arqueológicos da região estão sendo investigados por equipe de especialistas. Projeto é uma cooperação entre o Museu Goeldi e institutos dos EUA e Coréia do Sul
publicado: 12/07/2016 10h45, última modificação: 16/02/2018 16h32
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Projeto internacional estuda sítios arqueológicos no Marajó

Agência Museu Goeldi - Famosa pela diversidade de sua beleza natural, a Floresta Nacional de Caxiuanã, no Marajó, guarda em seu solo outras riquezas menos visíveis. Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) encontraram ali testemunhos da presença de antigos povos ameríndios. Fragmentos de cerâmica, Projeto internacional estuda sítios arqueológicos no Marajórestos de habitações, instrumentos de caça e pesca, dentre outros vestígios de povos ancestrais, foram localizados em sítios arqueológicos da região.  O material cerâmico e a paisagem dos sítios estão sendo estudados pelos participantes do “Sítio-escola de Arqueologia”, uma cooperação interacional entre o Museu Goeldi, a Middle Tennessee State University (MSTU) e a Universidade de Seul (SNU).

O Sítio-Escola acontece nesse mês de julho em Caxiuanã tendo como base de apoio a Estação Científica Ferreira Pena (ECFPn) que o Museu Goeldi mantém naquela floresta nacional. Estudantes brasileiros, norte-americanos e coreanos colaboram nas escavações arqueológicas e são treinados por uma equipe de pesquisadores experientes, liderados pela arquóloga Helena Lima, da Coordenação de Ciências Humanas do Museu Goeldi. Um dos objetivos do projeto é de apresentar aos futuros pesquisadores novas idéias e métodos para reconstruir a ecologia dos sítios arqueológicos e o intercâmbio cultural na Amazônia. O programa do Sítio-Escola de Arqueologia também inclui aulas nos laboratórios da Reserva Arqueológica do Goeldi no campus de pesquisa da instituição, em Belém.

Texto: João Cunha