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Exposições

publicado 13/09/2016 14h44, última modificação 28/11/2019 12h23

As exposições do Museu Goeldi estão em exibição de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, no Pavilhão Expositivo Domingos Soares Ferreira Penna (Rocinha), localizado no Parque Zoobotânico. Atualmente, o Aquário Jacques Huber abriga a exposição "Baleia à vista" e a visitação segue o mesmo horário. O ingresso de entrada no Parque inclui o acesso à Rocinha e ao Aquário.


Exposições em cartaz

 Exposição Zo'é rekoha

Abertura: 27 de novembro de 2019

A exposição “Zo’e rekoha: construindo o futuro na Terra Indígena Zo’é” convida os visitantes do Parque Zoobotânico para conhecer os modos próprios da gestão territorial do povo indígena Zo’é. Habitantes de densas florestas situadas no interflúvio dos rios Erepecuru e Cuminapanema, no norte do Pará, os Zo’é são atualmente 310 pessoas, que se distribuem entre mais de 40 pequenas aldeias. Sua terra foi demarcada e homologada em 2009, com 668.565 hectares.

A mostra inicia com as atividades realizadas na floresta, com destaque para a caça e pesca, e segue para as aldeias, onde os Zo’e se reúnem para realizar suas festas, produção de alimentos e elaboração de seus adornos corporais. O percurso termina com a apresentação da experiência de construção do seu Plano de Gestão Territorial e Ambiental, por meio do qual os Zo’é buscam consolidar parcerias para a defesa de seu território.

A exposição é resultado de uma parceria entre a comunidade indígena Zo’é, o Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé), a Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema (FPEC), da Fundação Nacional do Índio (Funai), e o Museu Paraense Emílio Goeldi, com apoio do Projeto Bem Viver Sustentável, apoiado pelo Fundo Amazônia/BNDES, e da Rainforest Foundation Noruega.

Curadoria: Dominique Tilkin Gallois

 

 

Abertura: 1º de novembro de 2019

Com a inovação das tecnologias de interface, a exposição “Arte rupestre amazônica e realidade virtual” aproxima os visitantes do Museu Goeldi da história e pesquisa sobre a presença humana no continente, com destaque para o patrimônio arqueológico e natural de Monte Alegre (PA). Há três décadas, o Museu Emílio Goeldi desenvolve pesquisas na região, que abriga as mais importantes pinturas rupestres da Amazônia, algumas com mais de 12 mil anos.

Criação e curadoria: Adriano Espínola Filho.

Consultoria: Edithe Pereira e Claide Moraes.

 

 Abertura: 4 de outubro de 2019

No Aquário Jacques Huber, a exposição “Baleia à vista” apresenta esqueletos e peças ósseas de cinco espécies dos maiores animais da Terra. Uma das novidades especiais nos 153 anos do Museu Goeldi, a mostra é resultado do trabalho do Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos da instituição em parceria com o Instituto Bicho D’água e conta com investimentos da Celpa e apoio do Instituto Peabiru. As espécies que ocorrem na Costa Norte do Brasil e estão em exposição são: baleia-fin (Balaenoptera physalus), baleia-azul (Balaenoptera musculus), baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), baleia-minke-antártica (Balaenoptera bonaerensis) e cachalote (Physeter macrocephalus).

Curadoria: Horácio Higuchi e Renata Emin.

 

 


Abertura: 1º de dezembro de 2016

A exposição “TRANFORMAÇÕES: a Amazônia e o Antropoceno” tem o objetivo de discutir o que alguns cientistas consideram como uma nova era geológica, provocada pelas alterações do homem na superfície da Terra. Em exposição, conteúdos multimídia, simulações em tamanho real de áreas de floresta e exibição de resultados de pesquisa do INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, com sede no Museu Goeldi. 

Curadoria: Ima Célia Guimarães Vieira e Horácio Higuchi.

 

Parque Zoobotânico: Exposição permanente em constante transformação

O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi é um museu de natureza que expõe de maneira permanente uma rica coleção viva de flora e fauna representativa da Amazônia. Também apresenta um conjunto de edifícios e monumentos de diversos estilos arquitetônicos. Parte desses elementos vivos e artificiais fazia parte dos terrenos comprados pelo governo em 1894, como a Rocinha e algumas árvores e plantas; outros foram introduzidos e construídos ao longo da história do Parque. A atual exposição ocupa um quarteirão de 5,4 hectares. O que define qualquer museu de natureza é sua permanência e sua mutabilidade. O caráter temporal do Parque Zoobotânico está relacionado com os ciclos naturais e com a transformação dos espécimes de acordo, por exemplo, com as estações do ano.

A anciã do Museu Goeldi é o Guajará, árvore com aproximadamente 150 anos de vida. Da coleção de fauna, destaca-se o jacaré-açu chamado Alcindo. Com mais de 70 anos, é o animal mais velho do Parque. Espécimes característicos da floresta amazônica sempre foram representados aqui, tais como a onça pintada, a anta, a ariranha e diversas aves - guará, marreca, gavião-Real, papagaio, entre outras. No meio dessa minifloresta amazônica que é o Parque Zoobotânico, há uma estranha estrutura com forma de castelo, denominada pela população como Castelinho. Alguns elementos se constituem em símbolos institucionais e fazem parte do imaginário do belenense, caso da Rocinha, peça única da arquitetura paraense de século XIX.

 

Localização:

Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi
Av. Magalhães Barata, 376, São Braz, Belém, Pará.
CEP: 66040-170
Telefone: (91) 3219-3342 / 3182-3226