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Exposições

publicado 13/09/2016 14h44, última modificação 06/11/2019 17h29

As exposições do Museu Goeldi estão em exibição de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, no Pavilhão Expositivo Domingos Soares Ferreira Penna (Rocinha), localizado no Parque Zoobotânico. Atualmente, o Aquário Jacques Huber abriga a exposição "Baleia à vista" e a visitação segue o mesmo horário. O ingresso de entrada no Parque inclui o acesso à Rocinha e ao Aquário.


Exposições em cartaz

 

Abertura: 1º de novembro de 2019

Com a inovação das tecnologias de interface, a exposição “Arte rupestre amazônica e realidade virtual” aproxima os visitantes do Museu Goeldi da história e pesquisa sobre a presença humana no continente, com destaque para o patrimônio arqueológico e natural de Monte Alegre (PA). Há três décadas, o Museu Emílio Goeldi desenvolve pesquisas na região, que abriga as mais importantes pinturas rupestres da Amazônia, algumas com mais de 12 mil anos.

Criação e curadoria: Adriano Espínola Filho.

Consultoria: Edithe Pereira e Claide Moraes.

 

 Abertura: 4 de outubro de 2019

No Aquário Jacques Huber, a exposição “Baleia à vista” apresenta esqueletos e peças ósseas de cinco espécies dos maiores animais da Terra. Uma das novidades especiais nos 153 anos do Museu Goeldi, a mostra é resultado do trabalho do Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos da instituição em parceria com o Instituto Bicho D’água e conta com investimentos da Celpa e apoio do Instituto Peabiru. As espécies que ocorrem na Costa Norte do Brasil e estão em exposição são: baleia-fin (Balaenoptera physalus), baleia-azul (Balaenoptera musculus), baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), baleia-minke-antártica (Balaenoptera bonaerensis) e cachalote (Physeter macrocephalus).

Curadoria: Horácio Higuchi e Renata Emin.

 

Os kayapó e Yairati

 

Abertura: 7 de agosto de 2018

Yairati foi o nome pelo qual o povo indígena Mebêngôkre-Kayapó chamava o já falecido pesquisador norte-americano Darrell Posey (1947-2001), que atuou por mais de três décadas na Amazônia. Os Kayapó moram em ambas as margens do rio Xingu, no Pará, e no norte do Mato Grosso. Entre ambientes de floresta e cerrado, os diversos grupos da etnia, falantes de uma língua do tronco Jê, ocupam uma área altamente impactada pela agroindústria, pecuária, mineração e projetos hidrelétricos. Esse povo milenar e guerreiro é o foco da exposição OS KAYAPÓ E YAIRATI – SABERES E LUTAS COMPARTILHADAS, do Museu Paraense Emílio Goeldi, que também integra a programação do XVI Congresso da Sociedade Internacional de Etnobiologia.

Yairati foi biólogo, antropólogo e pesquisador do Museu Goeldi. Liderou um amplo estudo multidisciplinar sobre a ciência dos Mebêngôkre que ficou conhecido como Projeto Kayapó. Ele e sua rede científica foram pioneiros no campo da etnoecologia, estabelecendo uma aliança que demonstrou a força do conhecimento milenar da etnia no manuseio inteligente da floresta amazônica. O cientista organizou o I Congresso de Etnobiologia e a Carta de Belém, documento que defende o tratamento ético aos povos indígenas e que influenciou a Convenção sobre a Diversidade Biológica.

Curadores: Cláudia Lopéz e Pascale de Robert.

 


Abertura: 1º de dezembro de 2016

A exposição “TRANFORMAÇÕES: a Amazônia e o Antropoceno” tem o objetivo de discutir o que alguns cientistas consideram como uma nova era geológica, provocada pelas alterações do homem na superfície da Terra. Em exposição, conteúdos multimídia, simulações em tamanho real de áreas de floresta e exibição de resultados de pesquisa do INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, com sede no Museu Goeldi. 

Curadoria: Ima Célia Guimarães Vieira e Horácio Higuchi.

 

Parque Zoobotânico: Exposição permanente em constante transformação

O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi é um museu de natureza que expõe de maneira permanente uma rica coleção viva de flora e fauna representativa da Amazônia. Também apresenta um conjunto de edifícios e monumentos de diversos estilos arquitetônicos. Parte desses elementos vivos e artificiais fazia parte dos terrenos comprados pelo governo em 1894, como a Rocinha e algumas árvores e plantas; outros foram introduzidos e construídos ao longo da história do Parque. A atual exposição ocupa um quarteirão de 5,4 hectares. O que define qualquer museu de natureza é sua permanência e sua mutabilidade. O caráter temporal do Parque Zoobotânico está relacionado com os ciclos naturais e com a transformação dos espécimes de acordo, por exemplo, com as estações do ano.

A anciã do Museu Goeldi é o Guajará, árvore com aproximadamente 150 anos de vida. Da coleção de fauna, destaca-se o jacaré-açu chamado Alcindo. Com mais de 70 anos, é o animal mais velho do Parque. Espécimes característicos da floresta amazônica sempre foram representados aqui, tais como a onça pintada, a anta, a ariranha e diversas aves - guará, marreca, gavião-Real, papagaio, entre outras. No meio dessa minifloresta amazônica que é o Parque Zoobotânico, há uma estranha estrutura com forma de castelo, denominada pela população como Castelinho. Alguns elementos se constituem em símbolos institucionais e fazem parte do imaginário do belenense, caso da Rocinha, peça única da arquitetura paraense de século XIX.

 

Localização:

Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi
Av. Magalhães Barata, 376, São Braz, Belém, Pará.
CEP: 66040-170
Telefone: (91) 3219-3342 / 3182-3226