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Agência de Notícias

Inovação e criatividade para o sucesso da nova gestão do Goeldi

Na cerimônia de posse, o Diretor Nilson Gabas Jr. e o Ministro Raupp abordaram os caminhos para o futuro do Museu Goeldi
publicado: 10/02/2014 19h00, última modificação: 22/08/2017 15h45

Agência Museu Goeldi – Perante um auditório lotado de Reitores, dirigentes de C&T, pesquisadores, analistas e técnicos do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nilson Gabas Jr tomou posse para mais quatro anos como Diretor do Museu Goeldi.  A cerimônia aconteceu na última quinta-feira (6/02) e contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp e do Dr. Arquimedes Diógenes Cilone, Secretário das Unidades de Pesquisa do MCTI.

Emocionado, agradecendo o apoio dos servidores, Nilson Gabas fez um balanço da gestão passada e apontou algumas metas futuras para instituição. Atento, e feliz após ter plantado uma nova árvore no centenário Parque Zoobotânico do Goeldi, o Ministro em sua fala motivou o Diretor e toda a equipe do Museu Goeldi para buscar alianças e usar criatividade na construção do futuro.

Como vai ser o Museu do futuro – Durante os próximos quatro anos, o Diretor Gabas Jr. planeja uma série de melhorias para o MPEG. Dentre elas, destacou a inauguração do Centro de Exposições Eduardo Galvão, um espaço no Parque Zoobotânico para apresentar o resultado das pesquisas feitas na instituição. A novidade representa, segundo o diretor, uma nova etapa para o Museu Goeldi e será realizada graças ao apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A medida faz parte do planejamento em comunicação, informação, educação e extensão do Museu Goeldi, que será reforçado na nova gestão. A intenção é ampliar as ações de educação e de divulgação do que é produzido pelo Museu. “A população precisa saber por que Ciência e Tecnologia devem estar na base do conhecimento e do setor produtivo”, afirmou Gabas Jr.

Gabas Jr. evidenciou os ganhos para a produção rural com o processo de produção da Terra Preta Nova, patenteado pelo MPEG em 2013. Ele garantiu que o apoio aos serviços de tecnologia e inovação será

 mantido e que o Censo da Biodiversidade Amazônica será ampliado.

Outro ponto destacado pelo Diretor é a busca pela excelência em todos os campos de atuação do Museu Goeldi. Para isso, a pesquisa, as coleções científicas e as inovações tecnológicas serão pontos centrais de investimento. Na mira da nova administração está a segurança e manutenção das coleções científicas; o incremento da parceria entre os institutos de pesquisa, empresas e organizações não governamentais; e a cooperação internacional. O aperfeiçoamento do planejamento institucional, a captação de recursos e um programa de qualificação dos recursos humanos também são alguns objetivos a serem alcançados.

"O Museu Goeldi não faz nada sozinho" – Essa foi uma das falas mais usadas pelo Diretor Gabas Jr. durante a cerimônia. Ele agradeceu diversas vezes os servidores do MPEG e as instituições parceiras e, assim como o Ministro Raupp, enfatizou a importância de formar e manter alianças para que o conhecimento científico seja produzido, expandido e melhorado.

Nilson Gabas disse que manterá as parcerias com as universidades, com as empresas públicas e privadas, com o 8º Comando Militar da Amazônia, além de vários outros órgãos, como as Secretarias do Estado, ICMBio, ONGs e parlamentares.

Saiba quais as metas da gestão 2014-2017 do MPEG.

Liderança, competência e criatividade – Esses são os três pilares que, segundo o Ministro Raupp, devem ser o norte para obter sucesso no futuro do Museu. O Ministro destacou o MPEG, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e o Instituto Mamirauá como instituições-líderes de pesquisas sobre o que denominou “Amazônia Verde” e que, por isso, devem ser os agentes indutores do desenvolvimento regional através da produção científica. “Vocês têm que ser catalisadores dessas competências existentes”, disse Raupp.

Para o Ministro, é preciso criatividade e competência para poder administrar os recursos e alcançar metas: “Temos que ter sabedoria para fazer os ajustes necessários e prosseguirmos da melhor forma possível”. Ele reforçou importância do conhecimento científico estar a serviço da sociedade, reforçando o valor prático do saber científico e a necessidade de construir uma cultura de incentivo à produção e disseminação da ciência na Amazônia.

Texto: Alice Martins Morais 

 

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